Internacional
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Durante décadas, roupas novas foram destruídas antes mesmo de chegar ao guarda-roupa de alguém. A prática, adotada por marcas de diferentes segmentos, voltou ao centro do debate após a União Europeia proibir a destruição de estoques não vendidos. Nesta reportagem, a Pitaya explica por que isso acontecia, como o excesso de produção se tornou parte do modelo de negócios da moda e o que muda para a indústria a partir de agora.